Publicado por: Editora Leitura | fevereiro 8, 2011

Mario Vargas Llosa é nomeado marquês na Espanha

O Prêmio Nobel de Literatura 2010, o peruano Mario Vargas Llosa, agradeceu nesta sexta-feira o gesto do rei Juan Carlos I da Espanha de conceder-lhe o título de marquês, mas esclareceu que nasceu plebeu e morrerá plebeu.

“É um gesto muito carinhoso, eu agradeço ao rei e à Espanha e, ao mesmo tempo, quero dizer que eu nasci plebeu e vou morrer plebeu”, declarou com bom humor à emissora RPP, de Lima.

O rei concedeu o título de marquês a Vargas Llosa pela “extraordinária contribuição de Jorge Mario Vargas Llosa, apreciada universalmente, à literatura e à língua espanhola”, segundo o Boletim Oficial do Estado espanhol.O escritor tem a nacionalidade espanhola desde 1993.

Fonte: Último Segundo

Publicado por: Editora Leitura | janeiro 18, 2011

Moacyr Scliar sofre AVC e tem quadro estável

O médico e escritor Moacyr Scliar, de 73 anos, passou por uma cirurgia nesta segunda-feira, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Ele sofreu um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) na madrugada de sábado para domingo. De acordo com o hospital, o quadro clínico do autor é estável.

Médico especialista em saúde pública, Scliar é autor de dezenas de livros, como “O Centauro no Jardim”, “O Exército de Um Homem Só” e “A Orelha de Van Gogh”. Em 2003, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL) e tornou-se o sétimo ocupante da cadeira 31. Entre os prêmios que já conquistou como escritor, destacam-se o Casa de Las Américas, o José Lins do Rego e o Jabuti, sendo o mais recente em 2009 pelo romance “Manual da Paixão Solitária”, da Companhia das Letras. Scliar também é colunista de jornais como Zero Hora e Folha de São Paulo.

O escritor permanece na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde se encontra em observação. De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital de Clínicas, Scliar está sob os cuidados da equipe médica do Dr. Ismael Maguilnik. O autor entrou no hospital no dia 11 de janeiro, para ser submetido a uma cirurgia para a retirada de pólipos no intestino. O procedimento foi bem sucedido, mas durante a recuperação Scliar sofreu o AVC.

Informações sobre a evolução do estado de saúde do escritor serão divulgadas diariamente através de boletim médico enviado pela assessoria de imprensa do hospital.

Pela Editora Leitura o autor publicou o livro de crônicas “Do jeito que nós vivemos”.

Fonte: Último Segundo

Publicado por: Editora Leitura | janeiro 5, 2011

Entrevista de Gabito Nunes à Editora Leitura

 

1- Gabito, você é publicitário. O que o inspirou a escrever crônicas sobre relacionamentos?

É pra dizer a verdade? Um pé na bunda. Mas desde os dez ou onze anos que já sei que trabalharia com a linguagem, a escrita. E o assunto amor, relacionamentos e mulheres sempre foi minha grande paixão. Lembro bem, no início da minha carreira profissional, eu matutando “hum, como eu poderia ganhar dinheiro fazendo realmente o que gosto”. E minha escrita sempre chamou atenção. Mas depois de um baque amoroso, eu comecei a refletir muito sobre o assunto, a relevância do tema na vida das pessoas. E fui criando espinhos nos dedos, passei a escrever compulsivamente e entranhar essa paixão de vez, o que me fez perseguir o sonho de publicar um livro. Há uma citação do Proust que abre o livro: “No momento em que a dor se transforma em ideias, ela perde parte do poder de machucar nossos corações”. Escrever é isso. Uma necessidade, uma paixão, uma profissão, nessa ordem.

2- Você afirma que amar é normal. Todas as pessoas estão aptas a amar?

Amar, adorar, gostar é um instinto primário, não tem jeito. Basta nascer para desenvolver o apego pelas coisas que nos dão segurança, prazer, bem-estar, ternura. Amar é humano, é normal.

3- Há espaço no cotidiano para o amor? Ele se apresenta nas coisas simples?

O amor não pode ser institucionalizado, o amor é um movimento, um segundo, um olhar. O amor é o que acontece quando ninguém está nos olhando. Diferente da paixão, que apresenta sintomas físicos, ninguém se percebe amando. É por isso que tantas vezes o glorificamos depois que ele passou. A amizade, o companheirismo, a cumplicidade são sentimentos macro, o amor é detalhe, é gesto, uma ação que acontece numa fração de segundo. É difícil captá-lo, mas as pessoas insistem em tentar dimensionar, categorizar, controlar.

4- Você concorda com a frase do compositor Geraldo Vandré que diz “boa é a tristeza e a dor que é de amar”?

Sim. O amor é presença e ausência, leveza e peso, caos e tranquilidade. É a solidão de ser dois. A construção de um amor necessariamente parte da desconstrução de outros aspectos o que causa certas rupturas. Para se ganhar de um lado, é obrigatório perder de outro. As pessoas se apegam no ideal de plenitude, de completude. A eterna busca pela felicidade. E isso tudo é mito.

5- “A manhã seguinte sempre chega” trata basicamente do cotidiano. A vida a dois, sexo, infidelidade, recomeço, o desencontro e a rotina, são alguns dos temas apresentados no livro. Você acha que o amor ainda é tão polemizado porque não é visto com simplicidade?

Todos os dias somos bombardeados com informações, propagandas, capas de revistas, manuais com passo-a-passo ou mesmo reflexões filosóficas e conclusões científicas. E a polêmica é justamente essa. Não conseguir acompanhar os ditames, os padrões, as tendências. A simplicidade é um modo de ser feliz aceitando a carência de plenitude. Ser feliz é aceitar a impermanência das coisas. E tudo isso gera muita pressão social, debates, rótulos, ideais, expectativas. A pós-modernidade nos obriga a buscar sempre o novo e a crítica do livro é essa. É uma obra que narra em ciclos o eletrocardiograma da vida dos que amam.

6- Nos textos há a presença forte dos sentidos (paladar, tato, olfato, visão e audição). Estes aparecem no escrito com o objetivo de envolver o leitor? Você acha que pode-se sentir o amor através dos sentidos?

Exato. Se existe algo de hollywoodiano nas nossas relações, ela se esvai em centésimos de segundo. Quanto tempo dura um sabor no paladar? Quantos segundos dura o gozo? Gosto de imortalizar as pequenas sensações, elas são o abrigo do que vai entrar pra posteridade.

7- Você tem uma forma leve e, às vezes, usa palavrões no texto, além da presença do humor, o que leva o indivíduo a se sentir à vontade com a leitura e o tema. Fale sobre isso.

Eu acredito que esta seja o grande trunfo da minha escrita. Cito uma passagem do Bukowski que transcrevi na introdução do meu livro. Sobre a diferença entre John Fante e os célebres escritores. “O que escreviam era uma mistura de sutileza, técnica e forma, e era lido, ensinado, ingerido e passado adiante. Era uma tramoia confortável, uma Cultura-de-Palavra muito elegante e cuidadosa”. Talvez nesse cenário eu não sobrevivesse. Então busquei escrever, sobretudo, do meu jeito. Misturo cultura pop com filosofia como se fosse a coisa mais simples do mundo. Quero que minha escrita toque a pele do leitor, que seja assoprada no ouvido e não apenas construir uma obra plástica e prima. Costumo dizer que meus textos são escritos 10% com as palavras do autor e os outros 90% usando inescrupulosamente os registros mentais de vida de quem os lê. Os melhores elogios são “me identifiquei” ou “chorei” ou “como você sabe tanto sobre mim?” Ouço muito isso. É meu termômetro. Não quero escrever sobre como deveríamos viver, mas sim narrar o que estamos vivendo e não nos damos conta de que podemos ser feliz ou fazer com que o leitor sinta-se acompanhado. E assim acontece com os palavrões, eles fazem parte da vida como ela é.

8- Há publicações que falam do amor caindo das prateleiras das livrarias. Qual o diferencial da sua obra? O que ela tem que abraça a mulher e conforta o homem?

Não me limito em dizer que o sublime está no banal. Eu realmente descrevo o banal, o cotidiano, uma cena simples. Tenho algumas pesquisas sobre livros de autoajuda ou mesmo cinema e suas comédias românticas que visam comprovar que quanto mais expectativas as pessoas cultivam a respeito dos modelos, mais frustradas elas vivem. E o conforto que passo é este. Não é como a vida deveria ser, mas como ela é. E é confortável saber que não somos os únicos a nos sentir carentes, sozinhos, tristes ou mesmo entediados. Lendo “A manhã seguinte sempre chega” você vai perceber que não tão essencial ser uma superpotência na vida. Muito disso vem das minhas referências literárias. Woody Allen, Nick Hornby, Charles Bukowski, John Fante.

9- As mulheres se identificam com seus textos. Isso fica comprovado pelos milhões de acessos em seu site. Isso se deve ao fato de você entender o que se passa na cabeça delas, ou por elas começarem a entender a cabeça de um homem?

Certa altura eu tive de fazer uma escolha, então escolhi escrever pra mulheres pelo desafio. Um dia falei a um editor “sou um escritor homem-heterossexual que escreve pra mulheres”. Ele me olhou uns segundos e, intrigado, disse “e como é isso?” Mas essa coisa de entender mulheres não passa de uma brincadeira, um teste diário. Não entendo tanto um lado quanto o outro. É um exercício diário. Acho que todo escritor transcende porque olha um pouco além, por trás da interface. E assim que me relaciono com meu público. Atrás das cortinas. E tudo que é mais denso e profundo capta o feminino. Mas não tenho intenção de carregar esse estigma de interlocutor, embora deva admitir que meus textos são um pouco isso.

10- Contrariamente a Rita Lee e Arnaldo Jabor na música Amor e Sexo, você “condiciona” sexo bom ao amor. Atualmente estes temas são bem distintos, por quê?

A questão é que não foco o sexo ou o amor como coisas. Uma coisa e outra coisa. Foco em pessoas. Pessoas que não sabem separar sexo de amor e pessoas que não sabem juntar sexo com amor. Meu livro fala muito disso. Jamais tento definir como as coisas devem ser feitas, mas gosto de emparedar essas associações e dissociações entre amor e sexo na prática, provocar as contradições que existe em cada um. Minha crítica maior é o sexo feito por compulsão ou pressão social, gargalos da era da informação onde se propaga a solidão urbana e as pessoas buscam saídas. E o sexo é, literalmente, uma entrada.

11- A publicação apresenta a dor da separação dos dois lados (dele e dela). Qual a principal diferença da sofreguidão entre os sexos?

Vejo uma certa diferença nas perdas. A desilusão amorosa do homem dói justamente pela perda de uma identidade com a representatividade dele com o masculino, provedor. Dói se saber não mais necessário. Mas certamente a mulher mais pela visão macro que tem do relacionamento, como sendo uma parte essencial do seu organismo sistêmico, do seu equilíbrio.

12- “Nem sensível nem machão”. Todo homem tem certa resistência ao tema “Relacionamento”, mas ainda sim, também passam por crises. Em seu livro, o que o machão de vinte e poucos ou o sensível quarentão podem encontrar?

Eles mesmos, sozinhos. O homem que pensa por si mesmo é mais livre e o livro mostra muitas situações de encontro com o que realmente é essencial através de reflexões intimistas sobre o amor e os relacionamentos. Em geral, os homens ficam bobos quando pensam coletivamente e a obra o obriga a refletir individualmente, quebrando alguns paradigmas e comportamentos viciosos de ser um homem do século 21.

13- “A manhã seguinte sempre chega” apresenta o amor de verdade. Aquele que não está no cinema, nas canções de amor e na literatura. Qual a principal característica do amor de verdade?

O amor real. Aquele que está numa fila de pão, na beira da praia, entre quatro paredes, numa sacada de um prédio qualquer de uma metrópole. A característica do amor de verdade é aceitar que não existe uma única verdade, cada um é dono da sua. O amor de verdade é aquele que funciona bem com as várias interfaces que o ser humano apresenta, as mutações pelas quais somos submetidos, as necessidades que se alternam o tempo todo. A única regra é não existir regra. Pra ser amor eu preciso dizer isso com flores ou num jantar à luz de velas? Não, posso dizer que amo enquanto você se agacha na gôndola pra pegar um enlatado. Mas amo mesmo assim. É isso.

14- O amor tem fim?

É aquilo. O amor é passagem. Se não houvesse o fim não existiriam novas construções. O fim de um só casal pode representar um recomeço para quatro pessoas, depende de como você vê. O próprio título “A manhã seguinte sempre chega” aceita essa condição. É tolice negar o risco iminente da paixão se esvair, o tédio entranhar, os problemas surgirem. A manhã seguinte vai chegar, é assim. Mas isso não é necessariamente ruim. Antecipar isso, se preparar, aceitar conviver com a realidade é uma forma de ser feliz. Um dia uma amiga, diante de um sério embrolho conjugal me disse “é uma pena, temos uma relação tão gostosa e que funciona super bem”. Errado. Essa relação só será efetiva ao ultrapassar os problemas que se apresentam, as manhãs seguinte que desanuviam. O amor tem fim ou não.

15- Como publicitário, faça um slogan que defina o livro “A manhã seguinte sempre chega”.

Porque amar é normal.

Publicado por: Editora Leitura | dezembro 7, 2010

A manhã seguinte chegou nas livrarias…

Publicado por: Editora Leitura | dezembro 6, 2010

Meu Israel no Sem Censura!

Com um tanto de pesquisa, outro tanto de entrevistas e muitas xícaras de chá tomadas dentro dos lares israelenses, Sabrina Abreu mostra Israel por diferentes ângulos, sempre se distanciando dos estereótipos que costumam ser ligados ao país. O bom humor e o olhar sempre curioso sobre as situações do cotidiano justificaram os elogios tecidos por Moacyr Scliar na contracapa do livro, que, segundo ele, é “um retrato vívido, informado e sensível da realidade israelense. Uma excelente contribuição (e muito brasileira) para um tema que está sempre na ordem do dia”.

Além de ser convidado a conhecer o país de Norte a Sul, passando pelas principais cidades Tel-Aviv, Jerusalém, Eilat, Haifa, Tiberíades e pelos pontos turísticos imperdíveis como Mar Morto, Galileia, Masada, o leitor é convidado para inteirar-se aos diálogos com cidadãos e imigrantes de diferentes etnias que fazem aquela nação ser o que é. Vale a pena descobrir o ponto de vista do adolescente sudanês refugiado em Israel, do árabe muçulmano, que vive em Jerusalém Oriente, da primeira mulher a ser ordenada rabina e da octagenária sobrevivente do Holocausto que saiu da antiga Tchecoslováquia e, hoje, vive bem perto do mar de Tel-Aviv.

O livro também conta com mais de 100 fotos das paisagens e pessoas encontradas pelo caminho. A mistura do texto e da imagem, do diário de viagem com as entrevistas tão caras ao jornalismo, fazem de “Meu Israel” uma obra das mais delicadas – ainda que seja um livro forte, muitas vezes, e engraçado, em tantas outras.

Mais informações no site da Editora Leitura.

Publicado por: Editora Leitura | novembro 26, 2010

A torcida cruzmaltina está intimada!

Publicado por: Editora Leitura | novembro 11, 2010

A manhã seguinte sempre chega

Publicado por: Editora Leitura | novembro 9, 2010

Lançamento – A manhã seguinte sempre chega

A REALIDADE DA VIDA COMO ELA É

Após se consagrar como escritor na Internet, Gabito Nunes lança “A manhã seguinte sempre chega”,  e estoura no mercado editorial

Lembram-se daquela música dos Titãs, “Caras Como Eu”, que fala de um homem que é  raro e procurado? Gabito Nunes é este homem. Aquele que toda mulher gostaria de conhecer e que todo homem tem receio de afirmar ser. Depois de levar um legítimo “pé na bunda” o publicitário gaúcho decidiu escrever sobre as mazelas e belezas do amor. Agora a Editora Leitura lança “A Manha Seguinte Sempre Chega”, seu primeiro livro, onde os textos retratam todo o ciclo do relacionamento humano, para o deleite de pessoas apaixonadas, magoadas, à procura ou fugindo do nobre sentimento e de si mesmas. 

A partir de uma escrita leve, persuasiva, direta e bem-humorada “A Manhã Seguinte Sempre Chega” fala do comum: amor, sexo, rotina, traição, fim, procura e recomeço.  Não importa se é uma garota ou um moço, se está em busca de um encontro na solidão de uma metrópole, levou  um fora,  fechou o coração para balanço ou encontra-se no limbo, na neura da infidelidade ou no mofo da rotina. Como numa simples conversa, o autor Gabito Nunes, traz retratos do cotidiano de quem ama. Atrai a atenção das mulheres por fugir do óbvio mostrando o outro lado da moeda, e ganha admiração dos homens por falar a mesma língua. Uma seqüência de textos deliciosos que mostra o relacionamento a dois e as peculiaridades do dia a dia. Discorre do fim ao recomeço e da angústia ao êxtase. Reflete sobre o papel do novo homem e da nova mulher, a crise dos 20-30 e poucos anos e até a visão contemporânea do casamento.

“A Manha Seguinte Sempre Chega” sai da teorização, da engenharia por trás da palavra amor e encosta em quem movimenta este indecifrável sentimento: as pessoas comuns. O livro de Gabito Nunes foge da teoria proposta pelo ideal de relacionamento “felizes para sempre” e narra de forma agradável a vida real de um homem e uma mulher, o comum, a “roupa suja” e o“pijama velho”.

Um dos diferenciais da obra, segundo o próprio autor, é que “os textos são escritos 10% com as minhas palavras e os outros 90% usando inescrupulosamente os registros mentais da vida de quem os lê. Recebo elogios como ‘me identifiquei’ ou ‘chorei demais’ ou ‘como você sabe tanto sobre mim?’ ouço muito isso. É meu termômetro.” A capa, outro destaque, foi cuidadosamente concebida para que o livro fosse imaginado através dela. Na contramão do comum no mercado editorial, o objetivo da capa é representar a simbiose da vida a dois, a normalidade, a impermanência e a desconstrução do ideal hollywoodiano sobre o amor.

A escrita de Gabito Nunes é um espetáculo à parte. Ele usa em seu texto Nietzsche, Bukowski, Fante, Hornby, Woody Allen, Vinícius, João Gilberto, Jobim, Chico Buarque, tudo isso embaralhado a palavrões e linguagem popular. O autor  mistura “cultura pop com filosofia como se fosse a coisa mais simples do mundo. Quero que minha escrita toque a pele do leitor, que seja assoprada no ouvido e não construir uma obra plástica e prima.”

Em “A Manhã Seguinte Sempre Chega” o leitor vai se deparar com uma “novela” divertida, emocionante e principalmente deliciosa de ser assistida e vivida. E vai lembrar que cedo ou tarde, bom ou ruim, a manhã do dia seguinte é inevitável.

Publicado por: Editora Leitura | novembro 1, 2010

Apaixonado por ti!

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